O melhor e o pior da culinária árabe
Confira as opções leves, que podem fazer parte do cardápio, e saiba quais especialidades devem ficar longe da dieta
Gosta de comida árabe, mas não quer que o ponteiro da balança suba? A boa notícia é que a culinária conta com várias opções saborosas e leves. No entanto, nem tudo é permitido e você também precisa ficar atenta às armadilhas. A nutricionista Cynthia Antonaccio, de São Paulo, conta quais são as delícias liberadas e aquelas das quais é melhor manter distância.
Aposte!
Tabule: rica em fibras e antioxidantes, a salada é uma ótima opção de entrada. "Para acompanhá-la, escolha o pão de folha, que é menos calórico e consuma em porções moderadas", ensina a nutricionista.
Calorias: 21 (1 colher de sopa).
Quibe: se você não resiste ao tradicional quibe, aposte na versão crua, que é menos calórica do que a frita.
Calorias: 120 por porção.
Charutos de folha de uva ou repolho: também ricos em fibras, os charutos estão liberados na hora de compor o prato no restaurante árabe. "Além de nutritivo, tem baixo teor de gorduras", explica Cynthia.
Calorias: 126 por porção.
Evite!
Kafta: o prato é frito, por isso é rico em calorias e gorduras saturadas. "As outras opções fritas, como o quibe tradicional, também ficam de fora", fala a nutricionista.
Calorias: 120 por porção.
Esfiha: o grande problema do salgado é a massa, que torna a especialidade mais calórica. "Algumas receitas levam também açúcar e gordura hidrogenada", explica Cynthia. Não resiste à tentação? Então aposte nos recheios feitos com verdura, como a escarola.
Calorias: 228 (carne) 203 (queijo) por unidade.
Doces: as sobremesas árabes em geral, como halawi e semolina, costumam ser recheadas de calorias. Mas se você não abre mão do doce no final da refeição, aposte na goma árabe.
Calorias: 50 calorias por porção.
Fonte:Boa Forma.Abril

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