Três tratamentos prometem rejuvenescer e diminuir as marcas de acne e estrias
1. Novo tratamento genético da pele
Um sistema diferente para identifcar e tratar o envelhecimento da pele está surgindo nos consultórios.
A proposta da Skingen Inteligência Genética, empresa do grupo Boticário, é criar um creme personalizado para cada mulher, de acordo com o comportamento dos genes dela.
Na consulta, o dermatologista remove uma amostra da pele perto da orelha.
Esse material será analisado geneticamente e gerará um laudo que traz informações sobre a regulação da produção da melanina, vascularização, hidratação, quantidade de radicais livres, entre outros dados do processo de envelhecimento de pele.
Com o exame em mãos, o médico prescreve uma receita com ativos que atuam diretamente no desequilíbrio encontrado.
O próximo passo é manipular, no laboratório da Skingen, um cosmético (que usa triplananotecnologia, um mecanismo inteligente de distribuição dos ativos) que vai atender exclusivamente àquelas necessidades.
O processo dura cerca de dez dias e o valor do laudo e do creme varia de 500 a 600 reais.
2. O fim das marcas de acne
A notícia veio do Encontro de Verão da Academia Americana de Dermatologia, que aconteceu em agosto, em Boston, Estados Unidos: a tecnologia de radiofrequência fracionada foi considerada o melhor tratamento para combater as marcas de acne.
A máquina já existe no Brasil e atende pelo nome de E-matrix
"Atinge a pele de forma mais profunda e garante mais segurança, especialmente para as mulheres morenas que tendem a manchar", fala Vanessa Metz, dermatologista do Rio de Janeiro
Outra versão, o E-prime, utiliza microagulhas para que o calor da radiofrequência penetre profundamente. Ainda não disponível aqui, promete bons resultados.
3. Caneta contra estrias
Similar a uma caneta marca texto, deve ser aplicada em cima da estria - e não espalhada como um creme tradicional.
"Funciona como ótimo disfarce especialmente para as estrias brancas, mais antigas", diz Mônica Felici, dermatologista de São Paulo.
O produto é manipulado em farmácias e contém um tipo de açúcar chamado eritrulose (o mesmo usado em alguns autobronzeadores), que reage com a camada superficial da pele, pigmentando a cor das estrias. "Também é rico em células-tronco da centelha asiática, ativo que, a longo prazo, estimula a produção de colágeno, elastina e ácido hialurônico, melhorando o relevo desse tipo de marca", explica a médica.
Fonte:Boa Forma.Abril


0 comentários:
Postar um comentário