A polêmica do filtro solar
Alguns protetores solares foram testados
Veja o resultado!
Por ébora Lublinski
garota de chapéu
compartilhar Compartilhar
Em dezembro passado, a Pro Teste, instituição ligada à Associação Brasileira de Defesa ao Consumidor, reprovou cinco das dez principais marcas de protetor vendidas no país por perderem a eficiência após uma hora de uso.
Além disso, alguns produtos foram condenados por não serem resistentes à água ou por não protegerem a pele dos raios UVA.
Em contrapartida, a Sociedade Brasileira de Dermatologia divulgou nota esclarecendo que o resultado poderia desencorajar o uso do filtro solar.
Para nós, que estamos preocupadas em prevenir câncer de pele, manchas e rugas, moral da história: tem que passar filtro solar sem discussão.
Você ainda deve recorrer a outras formas de proteção, como usar chapéu de abas largas, ficar debaixo do guarda-sol e respeitar os horários recomendados.
E preste atenção aos termos na embalagem. Luciana Lourenço, dermatologista de São Paulo, explica.
Fotoestável: o produto perde menos eficiência com o decorrer do tempo. Mas não dispensa ser reaplicado depois de duas horas.
FPS: refere-se ao índice de proteção dos raios ultravioleta do tipo B, mais relacionados ao câncer de pele. Está comprovado que pouca quantidade de produto pode fazer um FPS 30 cair pela metade.
UVA: não existe um índice que mede a proteção dos raios ultravioleta
A como o FPS para o UVB.
Mesmo assim, as marcas que investem em tecnologia já oferecem essa proteção (que evita rugas e manchas), informação que consta no rótulo.
Resistente à água: em teste no laboratório, o produto resistiu a 40 minutos. Na vida real, esse tempo pode variar se a pessoa aplicou a quantidade adequada do cosmético, se está fazendo um esporte aquático ou se transpira muito.
Também vale lembrar que os cremes gordurosos e que deixam aquele aspecto esbranquiçado são os que mais duram na água.
Fonte:Boa Forma.Abril


0 comentários:
Postar um comentário